17/10/2018 - Secretaría Ejecutiva

Reincorporación de Brasil a RedTraSex

Luego de dos años de diálogos y reflexiones compartidas acerca de la necesidad de que Brasil vuelva a formar parte de la Red, se logró concretar la articulación con estas compañeras que retoman una historia de más de 30 años. Se trata de la historia de un colectivo imprescindible en su país y que fue también fundador de lo que hoy es el movimiento de trabajadoras sexuales en nuestra región.

En el marco del 1° Simposio de Género, Educación, Feminismos y Prostitución, llevado a cabo en Salvador de Bahía el 10 y 11 de octubre y organizado por APROSBA (Asociación de Profesionales del Sexo de Bahía), las referentes nacionales de la CUTS (Central Única de Trabajadoras Sexuales) y de la ANPS (Articulación Nacional de Profesionales del Sexo), me presentaron la solicitud de ambas organizaciones para integrarse a nuestra Red, y sostuvieron: "«Nos afiliamos a la RedTraSex para ampliar la representación política de las trabajadoras sexuales, buscando fortalecer la autonomía, el empoderamiento y la participación de las organizaciones brasileñas"».

El ingreso de estas organizaciones potencia a la Red de Trabajadoras Sexuales de Latinoamérica y el Caribe; nos fortalece y nos permite visibilizar la pérdida de derechos que está transitando el pueblo trabajador y en particular las trabajadoras sexuales en Brasil a partir del "Golpe blando" de la derecha que derrocó a Dilma Rousseff.

En este contexto, apoyamos la activa participación de las mujeres trabajadoras sexuales de Brasil en el proceso electoral, porque el triunfo de Jair Messias Bolsonaro agudizará las situaciones de discriminación y violencia.

Les damos la bienvenida y esperamos poder cumplir con sus expectativas y las nuestras, superar las barreras idiomáticas, seguir engrandeciendo un movimiento que haga oír su voz y lograr el reconocimiento de nuestro trabajo por parte de los gobiernos y entes internacionales como la OIT (Organización Internacional del Trabajo).

Hoy más que nunca, las 15 organizaciones que integramos la RedTraSex exigimos el acceso a la regulación del trabajo sexual y el acceso a derechos laborales.

Elena Eva Reynaga
Secretaria Ejecutiva de la Red de Trabajadoras Sexuales de Latinoamérica y el Caribe.

CELEBRAMOS A REINCORPORAÇÃO DO BRASIL À REDTRASEX

No dia 11 de outubro as mulheres trabalhadoras sexuais da América Latina e do Caribe marcamos um novo marco na nossa história: a reincorporação das companheiras brasileiras à RedTraSex.

Após dois anos de diálogos e reflexões compartilhadas acerca da necessidade de que o Brasil volte a fazer parte da Red, se conseguiu concretizar a articulação com estas companheiras que retomam una história de mais de 30 anos. Se trata da história de um coletivo imprescindível em seu país e que foi também fundador do que hoje é o movimento de trabalhadoras sexuais em nossa região.

No marco do 1° Simpósio de Género, Educação, Feminismos e Prostituição, levado a cabo na cidade de Salvador, Bahia, nos dias 10 e 11 de outubro e organizado por APROSBA (Associação de Professionais do Sexo da Bahia), as representantes nacionais da ANPS (Articulação Nacional de Professionais do Sexo) e a CUTS (Central Única de Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais) me apresentaram a solicitação de ambas organizações para se integrar à nossa Red, e afirmaram: "Nos afiliamos à RedTraSex para ampliar a representação política das trabalhadoras sexuais, buscando fortalecer a autonomia, o empoderamento e a participação das organizações brasileiras".

O ingreso destas organizações potencializa a Red de Trabalhadoras Sexuais da América Latina e do Caribe; nos fortalece e nos permite visibilizar a perda de direitos que está enfrentando o povo trabalhador e em particular as trabalhadoras sexuais no Brasil, a partir do "Golpe blando" da direita que derrubou Dilma Rousseff.

Neste contexto, apoiamos a ativa participação das mulheres trabalhadoras sexuais do Brasil no processo eleitoral, porque o triunfo de Jair Messias Bolsonaro agudizará as situações de discriminação e violência.

Les damos as boas vindas e esperamos poder cumprir com suas expectativas e as nossas, superar as barreiras idiomáticas, seguir engrandecendo um movimento que faça ouvir sua voz e lograr o reconhecimento de nosso trabalho por parte dos governos e entidades internacionais como a OIT (Organização Internacional do Trabalho).
Hoje mais que nunca, as 15 organizações que integramos a RedTraSex exigimos o acceso à regulação do trabalho sexual e o acesso aos direitos trabalhistas.

Elena Eva Reynaga
Secretaria Executiva da Rede de Trabalhadoras Sexuais da América Latina e do Caribe